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	<title>SM Advogados</title>
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	<description>Spiller &#38; Machado Advogados</description>
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		<title>O Jurídico em Conselhos de Alto Impacto: Menos Defesa, Mais Direção</title>
		<link>https://smadvogados.net.br/o-juridico-em-conselhos-de-alto-impacto-menos-defesa-mais-direcao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Leandro Spiller]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Jun 2025 19:14:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
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					<description><![CDATA[O ambiente corporativo mudou — e segue em transformação acelerada. A insegurança jurídica, antes pontual, tornou-se estrutural. E não se limita mais às incertezas regulatórias tradicionais: hoje, é também institucional. Frequentemente os Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, em dinâmicas cada vez mais complexas, tensionam os limites de suas competências, promovendo interpretações que se sobrepõem, se [&#8230;]]]></description>
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<figure class="alignleft size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://smadvogados.net.br/wp-content/uploads/peter-1-1024x576.png" alt="" class="wp-image-678" srcset="https://smadvogados.net.br/wp-content/uploads/peter-1-980x551.png 980w, https://smadvogados.net.br/wp-content/uploads/peter-1-480x270.png 480w" sizes="(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) and (max-width: 980px) 980px, (min-width: 981px) 1024px, 100vw" /></figure>
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<p class="has-text-align-left" id="ember384">O ambiente corporativo mudou — e segue em transformação acelerada. A insegurança jurídica, antes pontual, tornou-se estrutural. E não se limita mais às incertezas regulatórias tradicionais: hoje, é também <strong>institucional</strong>. Frequentemente os Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, em dinâmicas cada vez mais complexas, tensionam os limites de suas competências, promovendo interpretações que se sobrepõem, se contradizem ou geram incertezas quanto à estabilidade das regras aplicáveis. <strong>O resultado é um mercado mais avesso ao investimento de longo prazo, com aumento do custo do capital, retração na inovação e decisões empresariais cada vez mais pautadas pelo risco político-jurídico do que pela estratégia econômica.</strong></p>



<p id="ember385">E, nesse cenário, os Conselhos precisam muito mais do que cumprir ritos e formalidades: precisam funcionar como organismos vivos, adaptáveis, sensíveis ao que está por vir.</p>



<p id="ember386">É aqui que o olhar jurídico pode (e deve) fazer mais do que prevenir litígios. Ele pode ajudar a <strong>desenhar o caminho, ou seja, criar o futuro!</strong>.</p>



<p id="ember387"><strong>Quando o Jurídico deixa de ser escudo e vira radar</strong></p>



<p id="ember388">A formação jurídica tradicional tende a nos preparar para proteger: prevenir riscos, apontar inconstitucionalidades, evitar sanções. Mas, dentro de um <strong>Conselho Empresarial de Alto Impacto</strong>, isso é apenas o ponto de partida.</p>



<p id="ember389">O conselheiro com formação jurídica precisa estar preparado para <strong>entender e navegar na complexidade</strong>, enxergando cenários, não apenas cláusulas. Ele deve contribuir com a construção do futuro da organização — mesmo que isso signifique agir com base em decisões imperfeitas ou dados incompletos.</p>



<p id="ember390"><strong>Conselhos que direcionam, não apenas deliberam</strong></p>



<p id="ember391">A aula recente sobre <strong>Conselhos de Alto Impacto</strong>, pelo <a href="https://www.linkedin.com/in/diogenescarvalholima/">Diogenes Carvalho Lima</a> na <a href="https://www.linkedin.com/school/board-academy-br/">Board Academy Br</a>, destacou um ponto crucial: a eficácia do conselho está diretamente ligada à sua capacidade de <strong>agir com agilidade, adaptação e alinhamento</strong> — os &#8220;Triple A&#8221;. E isso desafia a cultura jurídica tradicional, muitas vezes avessa ao risco e à ambiguidade.</p>



<p id="ember393">Também vale outra percepção importante: conselhos de alto impacto não se formam apenas com currículos brilhantes. Eles se constroem com <strong>confiança, diversidade de pensamento e capacidade de escuta</strong>. O advogado conselheiro precisa ir além da precisão técnica ao falar — é essencial que saiba ouvir, silenciar quando necessário e contribuir de forma colaborativa para a construção coletiva.</p>




<p></p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Governança Financeira Frágil: Um Inimigo Invisível nas Empresas</title>
		<link>https://smadvogados.net.br/governanca-financeira-fragil-um-inimigo-invisivel-nas-empresas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Leandro Spiller]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Jun 2025 00:30:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
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					<description><![CDATA[]]></description>
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				<div class="et_pb_text_inner"><h3 class="wp-block-heading" id="ember3316">Quando o problema não é falta de vendas</h3>



<p id="ember3317">Na advocacia empresarial e no ambiente dos Conselhos, é comum encontrar empresas que acreditam ter problemas comerciais, quando na verdade enfrentam uma fragilidade estrutural: <strong>a ausência de governança financeira</strong>. Vendem bem, possuem bom faturamento, mas não percebem lucro, pois operam sem controle real sobre seus números. É o tipo de situação que mascara riscos, alimenta decisões baseadas em intuição e compromete a perenidade do negócio.</p>



<h3 class="wp-block-heading" id="ember3318">A Síndrome do Super-Herói</h3>



<p id="ember3319">Um dos traços mais críticos da fragilidade empresarial está na figura do “super-herói”. Trata-se daquele gestor que centraliza todas as decisões, acredita conhecer profundamente o negócio por vivência prática, e confia mais em seu próprio instinto do que em qualquer métrica objetiva. Em muitos casos, esse perfil não apenas lidera — ele se impõe como o único capaz de conduzir a empresa ao sucesso.</p>



<p id="ember3320">O problema se agrava quando essa liderança é refratária à ciência dos dados. É comum que esse empresário atribua o crescimento que já teve ao seu talento comercial, à sua habilidade de negociação ou à leitura empírica de mercado. Acredita que “conhece o cliente” e que isso basta. Com isso, descarta análises financeiras estruturadas, subestima indicadores, ignora alertas contábeis e rejeita recomendações técnicas como se fossem burocracia sem sentido.</p>



<p id="ember3321">O que esse gestor muitas vezes não percebe é que seu talento, por mais valioso que seja, <strong>não é escalável</strong>. Em algum momento, o crescimento da empresa exige previsibilidade, governança e decisões baseadas em fatos — não apenas em feeling. Quando isso não acontece, a organização segue operando no escuro, despreparada para crises, exposta a riscos ocultos e à mercê de erros que poderiam ser evitados com uma gestão menos intuitiva e mais orientada por dados.</p>



<p id="ember3322">O “super-herói” não percebe que aquilo que o trouxe até aqui <strong>não é o que vai sustentá-lo daqui para frente</strong>. E o pior: quanto mais ele acerta no curto prazo, mais se convence de que não precisa mudar. É justamente aí que mora o risco.</p>



<h3 class="wp-block-heading" id="ember3323">Sintomas de uma gestão financeira vulnerável: o fluxo de caixa negativo é só o começo</h3>



<p id="ember3324">Os sinais de alerta geralmente aparecem cedo. Um fluxo de caixa constantemente negativo, mesmo em períodos de bom faturamento, é um dos mais evidentes. A empresa até vende, mas não vê o dinheiro “parar no caixa”. Isso revela descompassos entre receita e despesa, prazos mal administrados, margens comprometidas ou custos ocultos. Outro sintoma clássico é a dificuldade em responder a perguntas básicas: qual é a margem de contribuição dos produtos? Qual é o ponto de equilíbrio? Quanto tempo a empresa sobreviveria sem novas receitas? Quando essas respostas não existem, ou são baseadas em achismos, a gestão já opera no escuro.</p>



<p id="ember3325">A fragilidade financeira se aprofunda quando a contabilidade é ignorada, os relatórios são improvisados e os controles são reativos. E o mais perigoso: quando as finanças ignoram os dados, corre-se o risco de que, <strong>quanto mais se vende, mais se agrava o prejuízo</strong>. Nesse cenário, o aumento de receita não representa prosperidade — representa aceleração do colapso.</p>



<p id="ember3326">Empresas assim crescem desorganizadas, assumem riscos desnecessários e, diante de qualquer instabilidade, colapsam. E não por falta de mercado — mas por falta de estrutura.</p>



<p id="ember3327">Essa reflexão foi inspirada pela aula de <strong>Finanças para Conselheiros ministrada por </strong><a href="https://www.linkedin.com/in/marcelosimonato?miniProfileUrn=urn%3Ali%3Afs_miniProfile%3AACoAAALQ5IkBEZavJUTtGyYP3DdjTqOmCF7LgSo"><strong>Marcelo Simonato &#8211; Board</strong></a>, durante o curso PFCC da <a href="https://www.linkedin.com/school/board-academy-br/">Board Academy Br</a> — oportunidade em que nos foram trazidas provocações extremamente valiosas sobre os riscos da centralização e da aversão a dados.</p></div>
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		<title>Decisões que sustentam o futuro: planejamento estratégico com visão jurídica nos Conselhos</title>
		<link>https://smadvogados.net.br/decisoes-que-sustentam-o-futuro-planejamento-estrategico-com-visao-juridica-nos-conselhos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Leandro Spiller]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Jun 2025 17:11:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
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					<description><![CDATA[O planejamento estratégico deixou de ser apenas um exercício de gestão. Em ambientes empresariais marcados por riscos regulatórios, alta litigiosidade e crescente responsabilização de líderes, ele se tornou uma ferramenta de blindagem jurídica e sustentabilidade organizacional. Para conselheiros com formação em Direito Empresarial, isso significa atuar muito além da governança formal: é contribuir desde a [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p id="ember652">O planejamento estratégico deixou de ser apenas um exercício de gestão. Em ambientes empresariais marcados por riscos regulatórios, alta litigiosidade e crescente responsabilização de líderes, ele se tornou uma ferramenta de <strong>blindagem jurídica e sustentabilidade organizacional</strong>.</p>



<p id="ember653">Para conselheiros com formação em Direito Empresarial, isso significa atuar muito além da governança formal: é contribuir desde a origem das decisões estratégicas para que elas sejam <strong>viáveis, defensáveis e duradouras</strong>.</p>



<h3 class="wp-block-heading" id="ember654">Estratégia e prevenção jurídica</h3>



<p id="ember655">A ausência de planejamento consistente costuma ser a porta de entrada para passivos que poderiam ser evitados: autuações fiscais, ações trabalhistas, conflitos societários. Um bom plano estratégico antecipa esses riscos — e um conselheiro atento os enquadra dentro dos limites legais e regulatórios antes que se materializem.</p>



<h3 class="wp-block-heading" id="ember656">Gestão de riscos com impacto prático</h3>



<p id="ember657">Riscos estratégicos, operacionais, financeiros e de <em>compliance</em> devem estar integrados ao plano, com prioridade definida e medidas claras de mitigação. A abordagem jurídica ajuda a qualificar o risco: o que pode gerar responsabilização? O que precisa ser documentado? O que deve ser levado ao conselho?</p>



<h3 class="wp-block-heading" id="ember658">Decisão com critério e responsabilidade</h3>



<p id="ember659">Decisões de impacto não podem ser tomadas com base apenas em instinto ou entusiasmo. Cabe ao conselheiro jurídico trazer o contraponto técnico, garantindo que os caminhos escolhidos estejam <strong>amparados por dados, com coerência estratégica e conformidade legal</strong>.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<p id="ember660">Planejar é, também, uma forma de proteger. Este artigo foi inspirado na aula <strong>“Planejamento Estratégico, Gestão de Riscos e Tomada de Decisão”</strong>, ministrada pela professora <a href="https://www.linkedin.com/in/sinergiacoach2010/">Betty Dabkiewicz</a> , no Programa de Formação de Conselheiros da <a href="https://www.linkedin.com/school/board-academy-br/">Board Academy Br</a>. Agradecimento também a <a href="https://www.linkedin.com/in/fabrinigalo/">Fabrini Galo (CCA IBGC) MBA</a> .</p>



<p id="ember663">#PlanejamentoEstratégico #Governança #ConselhoConsultivo #GestãoDeRiscos #AdvocaciaEmpresarial #TomadaDeDecisão #BoardAcademy</p>



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<p></p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Sua Reputação não suporta improvisos: gestão de crises para proteger a Marca da empresa</title>
		<link>https://smadvogados.net.br/sua-reputacao-nao-suporta-improvisos-gestao-de-crises-para-proteger-a-marca-da-empresa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Leandro Spiller]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Jun 2025 19:00:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
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					<description><![CDATA[Crises não pedem licença. Uma falha técnica, um incidente ético ou um erro de comunicação pode, em poucas horas, gerar um dano profundo à reputação de uma empresa. E quando isso acontece, uma certeza se impõe: reputação não suporta improvisos. E a proteção da Marca também não. Por que o olhar jurídico importa Cada frase [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p id="ember353"><strong>Crises não pedem licença.</strong> Uma falha técnica, um incidente ético ou um erro de comunicação pode, em poucas horas, gerar um dano profundo à reputação de uma empresa.</p>



<p id="ember354">E quando isso acontece, uma certeza se impõe: <strong>reputação não suporta improvisos.</strong> E a proteção da Marca também não.</p>



<h3 class="wp-block-heading" id="ember355">Por que o olhar jurídico importa</h3>



<p id="ember356"><strong>Cada frase em uma crise conta — e pode gerar impacto jurídico.</strong></p>



<p id="ember357">Por isso, o Jurídico deve atuar <strong>integrado ao Comitê de Crise</strong>, ajudando a calibrar:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>o que, quando e como comunicar</strong>, evitando exposição indevida;</li>



<li>a proteção da <strong>Marca e da Propriedade Intelectual</strong>;</li>



<li>a prevenção de <strong>riscos legais e reputacionais</strong> que podem surgir a partir de posicionamentos públicos.</li>
</ul>



<p id="ember359"><strong>Falar muito</strong> ou <strong>falar errado</strong> é tão perigoso quanto o silêncio. <strong>Falar certo e com base sólida</strong> protege a reputação e o patrimônio da empresa.</p>



<h3 class="wp-block-heading" id="ember360">Crise: quando tudo acontece rápido demais</h3>



<p id="ember361">Em qualquer crise, o que acontece internamente é só parte do problema. É no campo da <strong>percepção pública</strong> que a reputação se fortalece ou se perde.</p>



<p id="ember362">E o impacto é expressivo: <strong>entre 35% e 65% do valor de mercado de uma empresa</strong> está em ativos intangíveis como Marca e Reputação.</p>



<p id="ember363">Não faltam casos públicos em que a empresa agravou uma falha operacional com uma gestão de crise mal conduzida, mostrando como decisões precipitadas comprometem confiança e o valor de mercado.</p>



<h3 class="wp-block-heading" id="ember364">A importância de possuir um Plano de Contingência para a crise</h3>



<p id="ember365">Empresas preparadas enfrentam crises com governança e clareza. Ter um <strong>Plano de Crises estruturado e testado</strong>, com papéis bem definidos sobre quem fala e quando, é um ponto de partida. Mas isso não basta.</p>



<p id="ember366">É essencial haver <strong>integração real entre Jurídico, Comunicação e Compliance</strong>, com <strong>monitoramento constante dos riscos reputacionais</strong> e uma comunicação que seja <strong>factual e coerente com os valores da empresa</strong>.</p>



<p id="ember367"><strong>Toda crise testa o preparo da organização.</strong> E a proteção da Reputação e da Marca não nasce no momento em que o problema surge — ela se constrói antes, com governança, integração entre as áreas-chave e um olhar atento para os riscos que cada decisão pode gerar.</p>



<p id="ember368">Esse foi, inclusive, um dos temas que mais me chamou a atenção na aula <em>Estratégia de Comunicação Corporativa</em>, no Programa de Formação e Certificação de Conselheiros da <a href="https://www.linkedin.com/school/board-academy-br/">Board Academy Br</a> com o mestre<strong> </strong><a href="https://www.linkedin.com/in/danielmedina2007/">Daniel Medina</a> , que acompanhei recentemente. Foi um reforço importante: não se trata de se perguntar se a empresa passará por uma crise — mas sim de garantir que ela esteja preparada para enfrentá-la com responsabilidade, consistência e visão de longo prazo.</p>



<p id="ember370">Porque no final das contas, é simples: <strong>sua Reputação não suporta improvisos.</strong> E proteger a Marca da empresa é um trabalho que não começa quando a crise chega. Começa muito antes.</p>



<p id="ember371">#GestãoDeCrises #ReputaçãoCorporativa #ProteçãoDeMarca #Governança #BoardAcademy #ComunicaçãoCorporativa #AdvocaciaEmpresarial</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="1024" src="https://smadvogados.net.br/wp-content/uploads/ChatGPT-Image-9-de-jun.-de-2025-15_41_45.png" alt="" class="wp-image-658" srcset="https://smadvogados.net.br/wp-content/uploads/ChatGPT-Image-9-de-jun.-de-2025-15_41_45.png 1024w, https://smadvogados.net.br/wp-content/uploads/ChatGPT-Image-9-de-jun.-de-2025-15_41_45-980x980.png 980w, https://smadvogados.net.br/wp-content/uploads/ChatGPT-Image-9-de-jun.-de-2025-15_41_45-480x480.png 480w" sizes="auto, (min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) and (max-width: 980px) 980px, (min-width: 981px) 1024px, 100vw" /></figure>


<p></p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Empresas familiares: o papel de um Conselho estruturado na proteção do negócio e na sucessão</title>
		<link>https://smadvogados.net.br/empresas-familiares-o-papel-de-um-conselho-estruturado-na-protecao-do-negocio-e-na-sucessao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Leandro Spiller]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 07 Jun 2025 23:34:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
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					<description><![CDATA[]]></description>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>A estrutura e atuação dos Conselhos — sejam eles de Administração ou Consultivos — vêm ganhando cada vez mais relevância no cenário empresarial. Desenvolver os <em>Papéis e Responsabilidades dos Órgãos Colegiados</em> reforça a importância desses fóruns como instrumentos que qualificam a tomada de decisão, fortalecem a governança e contribuem para a longevidade das organizações.</p>



<p>Ao analisar este tema no contexto do meu curso de formação de Conselheiros, optei por aprofundar um aspecto que me é especialmente caro, por experiência prática: a atuação dos Conselhos nas empresas familiares.</p>



<p>As empresas familiares formam a espinha dorsal da economia brasileira. Mas convivem com uma realidade desafiadora: a transição entre gerações, a preservação do legado e a gestão de interesses múltiplos — muitas vezes permeados por emoções. É justamente nesse cenário que um Conselho Familiar bem estruturado se torna um grande diferencial.</p>



<p>Quando o Conselho atua de forma profissionalizada, com papéis e regras claramente definidos, ele proporciona um espaço para harmonizar expectativas, preparar a sucessão e proteger o patrimônio familiar. Mas para que isso seja efetivo, é indispensável que exista também um suporte jurídico sólido.</p>



<p>Atuo há mais de 25 anos no assessoramento jurídico de empresas familiares e observo que a integração entre governança e Direito Empresarial é um dos pilares dos casos de sucesso, mas infelizmente ainda pouco praticado. O advogado, nesse contexto, precisa ir além do papel tradicional: passar a contribuir ativamente na elaboração (e cumprimento!) de Regimentos Internos, Acordos de Sócios, políticas de sucessão e mecanismos de proteção patrimonial — todos elementos essenciais para dar segurança às decisões do Conselho.</p>



<p>Um Conselho Familiar que opera com clareza de papéis e respaldo jurídico é capaz de sustentar o equilíbrio entre Família — Propriedade — Empresa, garantindo que o legado seja preservado e que o negócio tenha condições de prosperar no longo prazo.</p>



<p>Este é um tema qua a meu ver, merece cada vez mais atenção. O fortalecimento da governança nas empresas familiares depende de uma atuação conjunta entre empresários, conselheiros e advogados que compreendam, na prática, a complexidade e a riqueza desse universo.</p></div>
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		<title>O Olhar do Advogado Empresarial nos Conselhos Corporativos</title>
		<link>https://smadvogados.net.br/o-olhar-do-advogado-empresarial-nos-conselhos-corporativos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Leandro Spiller]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 31 May 2025 18:36:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
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					<description><![CDATA[Ao longo de mais de 25 anos de atuação na advocacia empresarial, acompanhando de perto os bastidores de empresas de diferentes portes e setores, uma premissa tem se mostrado indiscutível: prevenir é mais eficaz do que remediar. Nos últimos anos, cresce entre os empresários a compreensão de que estruturar Conselhos de Administração ou Conselhos Consultivos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-block-image">
<figure class="alignleft size-large"><img decoding="async" src="https://media.licdn.com/dms/image/v2/D4D12AQGtWtXMRGYnYA/article-cover_image-shrink_600_2000/B4DZciVzoPGkAU-/0/1748627831994?e=1753920000&amp;v=beta&amp;t=pCM1MFbuSbJo25NyeWc2-k2DcwIy2StUw3WRZ4y-kDQ" alt=""/></figure>
</div>


<p id="ember1943">Ao longo de mais de 25 anos de atuação na advocacia empresarial, acompanhando de perto os bastidores de empresas de diferentes portes e setores, uma premissa tem se mostrado indiscutível: <strong>prevenir é mais eficaz do que remediar</strong>.</p>



<p>Nos últimos anos, cresce entre os empresários a compreensão de que <strong>estruturar Conselhos de Administração ou Conselhos Consultivos</strong> não é apenas uma formalidade ou exigência de mercado. Trata-se de um <strong>movimento estratégico</strong>, voltado à qualificação das decisões, à mitigação de riscos e à construção de empresas mais resilientes no longo prazo.</p>



<p>Essa percepção se reforça quando observamos os fundamentos da governança corporativa e sua interseção com os pilares da advocacia empresarial preventiva. Ambos os campos se ancoram em valores como <strong>ética, responsabilidade e transparência</strong>, e buscam alinhar práticas corporativas à legislação vigente, promover segurança jurídica e orientar decisões em ambientes cada vez mais complexos.</p>



<p><strong>Governança e advocacia compartilham um propósito comum:</strong> proteger a reputação da empresa e sustentar relações sólidas com seus stakeholders. Em muitas situações, é a atuação preventiva do jurídico que viabiliza e fortalece a adoção de boas práticas de governança.</p>



<p>Um Conselho bem estruturado não se limita a exercer funções de fiscalização. Ele precisa <strong>interpretar cenários, defender o propósito da organização e tomar decisões alinhadas à perenidade do negócio</strong>. Nesse contexto, o <strong>olhar técnico do advogado especialista em Direito Empresarial</strong> é um diferencial estratégico. Esse profissional contribui para:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>prevenir conflitos e litígios desnecessários;</li>



<li>assegurar a conformidade de decisões relevantes;</li>



<li>mitigar riscos contratuais e regulatórios;</li>



<li>apoiar a empresa na gestão de crises com visão jurídica integrada.</li>
</ul>



<p>Ainda que não ocupe uma cadeira formal, o advogado empresarial pode — e deve — atuar como um <strong>conselheiro próximo</strong>, integrando-se à lógica colegiada da governança. Sua presença qualificada contribui para decisões mais seguras e alinhadas com o interesse de longo prazo da organização.</p>



<p>Quando analisamos trajetórias de empresas centenárias, que sobreviveram a contextos desafiadores e transformações profundas, identificamos um denominador comum: <strong>práticas consistentes de governança, gestão ativa de riscos e capacidade de adaptação estratégica</strong> — sempre sustentadas por conhecimento técnico e visão multidisciplinar.</p>



<p>Essa é a lógica que move a advocacia empresarial preventiva: <strong>não apenas proteger o presente, mas preparar o futuro com segurança jurídica</strong>. Incorporar essa cultura ao cotidiano das empresas é, ao mesmo tempo, uma atitude de proteção e de aceleração do crescimento estratégico.</p>



<p id="ember1957">Nosso convite aos empresários é claro: <strong>considerem a empresa como um organismo dinâmico</strong>, que requer sustentação técnica, ética e estratégica para se manter saudável, competitivo e preparado para o futuro.</p>
<p></p>]]></content:encoded>
					
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		<title>CONTRATOS EM TEMPOS E PANDEMIA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Faline Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Apr 2020 15:01:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
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					<description><![CDATA[Todos sabem que o que estamos vivenciando é uma situação atípica e inesperada, e assim evidentemente não foi prevista de forma específica nas relações contratuais. Desta forma, muitas são as dúvidas com relação aos contratos firmados antes deste caos e como fica a vigência e validade entre as partes contratantes. Muito está se falando sobre [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center">Todos sabem que o que estamos vivenciando é uma situação atípica e inesperada,  e assim evidentemente não foi prevista de forma específica nas relações contratuais.<br> Desta forma, muitas são as dúvidas com relação aos contratos firmados antes deste caos e como fica a vigência e validade entre as partes contratantes.<br> Muito está se falando sobre “caso fortuito e força maior” porém, é fato que nem sempre a caracterização do caso fortuito e força maior é simples e objetiva.<br> Estamos passando por um momento de grande insegurança econômica e jurídica, dia a dia são tomadas decisões que estão alterando as relações cíveis, trabalhistas, tributárias e econômicas nas vidas das pessoas e, tais fatos, assim como a pandemia alteram também o que estava anteriormente combinado.<br> As palavras de ordem neste período são <strong>CAUTELA E BOM SENSO</strong>. </p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="800" height="800" src="https://smadvogados.net.br/wp-content/uploads/WhatsApp-Image-2020-04-22-at-11.53.18.jpeg" alt="" class="wp-image-500" srcset="https://smadvogados.net.br/wp-content/uploads/WhatsApp-Image-2020-04-22-at-11.53.18.jpeg 800w, https://smadvogados.net.br/wp-content/uploads/WhatsApp-Image-2020-04-22-at-11.53.18-480x480.jpeg 480w" sizes="auto, (min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) 800px, 100vw" /></figure>



<p class="has-text-align-center">É necessário suporte jurídico e a consulta a um advogado de confiança da parte torna-se indispensável, deverá ser analisado cada caso de forma específica, seja para alteração contratual vigente, seja para tratar sobre temas como inadimplência, suspensão, repactuação e, ou cobrança do mesmo.<br>
Precisam ser analisados com bastante cautela a função social do contrato, o princípio da boa-fé objetiva e o princípio do equilíbrio contratual, este último principalmente, pois vem sendo abalado em decorrência do COVID-19.<br>
Assim, o contrato não pode simplesmente ser suspenso ou ignorado e descumprido por uma das partes imaginando que está “assegurado” pelo fato de existir um caso fortuito ou força maior que vá lhe garantir o direito do simples do seu descumprimento.<br>
Os artigos 478 a 480 do Código Civil, consagraram a matéria, ao tratar da rescisão, e possibilidade de alteração (revisão), dos contratos por onerosidade excessiva decorrente de fatos supervenientes e imprevisíveis (Teoria da Imprevisão – art. 317 do Código Civil). <br>
Para tanto, sugere-se que qualquer alteração seja feita de comum acordo entre as partes, com o consentimento, anuência e de preferência com assinatura de aditivo contratual.<br>
O fato é que as partes contratantes precisam chegar em um consenso sobre o contrato pendente, com auxílio de seus advogados ou não, a melhor maneira é sempre na forma de uma boa conversa, ponderando todos os lados e situações, de forma amena e conciliatória. Esperar pelo judiciário e que um juiz defina quem tem direito naquela rescisão, modificação, readequação ou nos valores pendentes e a ser pago pode ser um grande erro neste momento de crise. Após a retomada das atividades o Poder Judiciário estará abarrotado de demandas de todas as ordens e os casos demorarão além do normal para serem resolvidos, gerarão mais custos as partes e muito provavelmente a solução encontrada causará desgosto para ambas as partes. Sendo que no acordo, na conciliação extrajudicial, ambos cedem e ambos ganham.</p>
<p></p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Sindicatos do Comércio de Lages firmam aditivo à Convenção Coletiva em razão do COVID-19</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Leandro Spiller]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Apr 2020 20:03:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[COVID19]]></category>
		<category><![CDATA[Direito do Trabalho]]></category>
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					<description><![CDATA[Os sindicatos dos empregados e das empresas do Comércio de Lages, firmaram essa semana um Aditivo à Convenção Coletiva 2019/2020, estabelecendo algumas regras para aplicação das Medidas Provisórias das 927 e 936, que trataram de diversas medidas trabalhistas excepcionais em razão da pandemia COVID 19. Por este aditivo, as empresas do setor do Comercio precisarão [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Os sindicatos dos empregados e das empresas do Comércio de Lages, firmaram essa semana um <a href="https://smadvogados.net.br/wp-content/uploads/ADITAMENTO-EMERGENCIAL-COVID-19-1.pdf">Aditivo  à Convenção Coletiva 2019/2020</a>,  estabelecendo algumas regras para aplicação das Medidas Provisórias das  927 e 936, que trataram de diversas medidas trabalhistas excepcionais em razão da pandemia COVID 19.</p>



<p>Por este aditivo, as empresas do setor do Comercio precisarão informar aos Sindicatos a existência de acordos individuais com seus funcionários, em questões como a de antecipação de férias (MP 927) e redução de jornada e salários (MP 936).;</p>



<p>Outra novidade é a criação do CERTIFICADO DE REGULARIDADE SINDICAL da empresa, tornando mais burocrática a relação da empresa com seus empregados, quando da formulação dos acordos individuais.</p>
<p></p>]]></content:encoded>
					
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		<title>ENTENDA A MP 936  QUE PERMITE A REDUÇÃO DE JORNADA DE TRABALHO E SALÁRIOS</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Leandro Spiller]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Apr 2020 10:39:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[COVID19]]></category>
		<category><![CDATA[Direito do Trabalho]]></category>
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					<description><![CDATA[Foi publicada ontem a Medida Provisória 936/20 que cria o   Programa Emergencial de Manutenção do Emprego e da Renda, que permite a suspensão de contratos de trabalho por dois meses, diminuição de jornada e redução proporcional de salários durante o período em que permanecer a crise causada pelo Corona Virus. A medida permite que tanto [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-normal-font-size">Foi publicada ontem a<span style="text-decoration: underline;"> <code><a href="http://www.in.gov.br/en/web/dou/-/medida-provisoria-n-936-de-1-de-abril-de-2020-250711934">Medida Provisória 936/20</a></code></span> que cria o   Programa Emergencial de Manutenção do Emprego e da Renda, que permite a suspensão de contratos de trabalho por dois meses, diminuição de jornada e redução proporcional de salários durante o período em que permanecer a crise causada pelo Corona Virus.</p>



<p>A medida permite que tanto no caso da
redução proporcional quanto no caso da suspensão do contrato, o trabalhador
recebeba um benefício equivalente ao que teria direito de seguro-desemprego
caso fosse demitido.</p>



<p>As reduções de salários poderão ser
feitas em três faixas: 25%, 50% e 70%. Por exemplo, um trabalhador que tenha o
salário e a jornada reduzidos em 50% receberá metade do salário pago pelo
empregador e a outra metade será paga pelo governo, no equivalente a 50% do
seguro-desemprego. Empresas com faturamento acima de R$ 4,8 milhões vão ter que
pagar 30% da folha.</p>



<p>A negociação poderá ser individual no caso de
trabalhadores que recebam até R$ 3.117,00 ou para quem ganha mais de R$ 12.202,00.
No intervalo, isso só poderá ser feito por meio de acordo coletivo com os
empregados. Em todos os casos, os sindicatos deverão ser informados do acordo.
Não poderá ser reduzido o valor do
salário por hora de trabalho.</p>



<p>A utilização desse benefício não impedirá
que o trabalhador, ao final da suspensão, possa receber o seguro-desemprego na
íntegra caso seja demitido.</p>



<p>Segundo o governo, a medida pode afetar
24,5 milhões de trabalhadores, entre contratos reduzidos ou suspensos. </p>
<p></p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Modelo de Acordo Individual de Trabalho atualizado pela MP 927 &#8211; Covid19</title>
		<link>https://smadvogados.net.br/mp-927-modelo-acordo-individual-de-trabalho-covid-19/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Leandro Spiller]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Mar 2020 15:11:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
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					<description><![CDATA[Sabendo que nesse momento de enfrentamento do Corona vírus  muitas dúvidas surgem nas empresas relacionados ao direito do trabalho, o SM Advogados disponibiliza para você um modelo de Acordo Individual atualizado nos termos da MP 927. É um modelo básico que deve ser ajustado ao caso individual. Utilize apenas as cláusulas que forem de seu [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Sabendo que nesse momento de enfrentamento do Corona vírus  muitas dúvidas surgem nas empresas relacionados ao direito do trabalho, o SM Advogados disponibiliza para você um modelo de Acordo Individual atualizado nos termos da MP 927. É um modelo básico que deve ser ajustado ao caso individual. Utilize apenas as cláusulas que forem de seu interesse alterando ou adaptando o texto livremente. Na dúvida consulte um profissional habilitado de sua confiança.</p>
<p><a href="https://smadvogados.net.br/wp-content/uploads/modelo-acordo-individual-MP-927-rtf.rtf">https://smadvogados.net.br/wp-content/uploads/modelo-acordo-individual-MP-927-rtf.rtf</a></p>
<p></p>]]></content:encoded>
					
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